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O curso de Hotelaria e Turismo foi concebido em função da necessidade de suprir uma demanda de profissionais necessários a um mercado que apresenta elevadas taxas de crescimento nos últimos anos e vem se transformando num dos setores mais rentáveis de uma economia globalizada, gerando novos empreendimentos e empregos.
Para justificar isto, Leosergio Hoffmann Diretor Presidente do Grupo MEGA BYTE ® resume alguns dados sobre o turismo nacional e internacional que movimentou no último ano, segundo números divulgados pela Organização Mundial de Turismo, 663 milhões de pessoas, gerando uma receita direta em torno US$ 456 bilhões para os países anfitriões. Esses números comprovam a imensa potencialidade de uma atividade cujo desenvolvimento, nos moldes hoje conhecidos, iniciou-se na década de 50, mas só a partir dos anos 70, graças ao desenvolvimento da aviação, passou a envolver grandes números de deslocamentos pelo mundo. Para os próximos vinte anos aquele organismo internacional prevê um crescimento do setor a uma média anual de 4,1%, atingindo em 2.020 um total de 1,6 bilhões de viajantes internacionais. Otimistas também são os números divulgados pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo que estima em 12% a participação do turismo no PIB mundial, que deverá atingir em 2.010 a cifra de US$ 6,6 trilhões.
Relata também uma história curiosa que é um clássico do mundo dos negócios e, a exemplo de todas as outras do gênero, pode ser interpretada de muitas maneiras.
O sujeito tinha uma fábrica de sapatos. E porque havia lá uma capacidade ociosa e era preciso fazer as vendas crescerem, ele mandou dois representantes pesquisarem o mercado no interior da África (um tanto inverossímil, mas assim é a história). Um deles era triste e pessimista. O segundo, ao contrário, era otimista, tinha sempre uma visão positiva das coisas.
Passado um mês, conforme combinado, cada um deles enviou um telegrama ao dono da fábrica. O pessimista: "Nenhuma possibilidade. Aqui ninguém usa sapato". E o segundo: "Grandes possibilidades. Aqui ninguém usa sapato".
Mas há algo que chama a atenção: a idéia do "se não tem, vamos fazer". Ela serve para entender a cena de hoje no turismo no Brasil. Claro, não estamos completamente descalços, porque afinal recebemos cerca de 5 milhões de turistas estrangeiros por ano. Fazendo as contas, somando também o turismo interno, trata-se de um negócio de 4,4 bilhões de dólares - isso, sem discussão, é um bom dinheiro e aponta a existência de um grande mercado.

“Nem precisa ser muito otimista, como o rapaz da história dos sapatos, para perceber que o Brasil dá um telegrama daqueles: 'Grandes Possibilidades”.
As grandes corporações hoteleiras já sabem disso. Por isso estão surgindo novos empreendimentos, dos parques temáticos aos resorts (como são chamados os hotéis completos, verdadeiras ilhas de auto-suficiência tanto para o lazer quanto para os viajantes de negócios).

A previsão é de que nos próximos anos o país o país absorva algo como 6 bilhões de dólares em investimentos nessa área. Isso comprova que, apesar de todo o atraso na agenda turística do Brasil, o nosso "por fazer" já começou e que, portanto, não temos de sair do zero. Boa parte das oportunidades de trabalho está na rua.
A Accor, por exemplo, que é dona da maior rede hoteleira do mundo e já tem aproximadamente 100 unidades em funcionamento no Brasil, contratou 2.000 pessoas no ano passado. E nos próximos dois anos o grupo francês deve assinar a carteira de outros 3.000 profissionais. Eles vão atender, principalmente, às necessidades de novos endereços que estão em construção por aqui, distribuídos entre diferentes marcas, como Sofitel, Novotel, Mercure, Ibis e os flats Parthenon.

O Brasil é um paraíso turístico. Uma soma de paraísos naturais e/ou artificiais, como as praias do Nordeste, a selva amazônica, o mundo mágico do nosso folclore, o Rio de Janeiro, Brasília, a Bahia, Pernambuco, Minas, Foz do Iguaçu (que é mais bonita do que Niágara) etc. Em suma, o Brasil já tem todas as condições para o turismo interno e internacional o que falta são profissionais qualificados que necessitamos urgentemente, este é um momento valioso para quem estiver decidido a buscar boas chances de trabalho no setor de Hotelaria e Turismo e também para os profissionais que souberem
 
se colocar estrategicamente para se beneficiar do seu crescimento. Atrás disto, salienta Leosergio Hoffmann esta nosso empenho em Preparar profissionais para enfrentar um mercado emergente e extremamente competitivo, mediante uma formação que permita atuar na operacionalização das atividades turísticas, bem como tornar-se um empreendedor.
Levar os alunos ao aprendizado e ao desenvolvimento da capacidade de pensar, de solucionar situações complexas, de diagnosticar e de propor alternativas para as rotinas e problemas pertinentes às atividades de hotelaria e turismo, capacita-lo a desenvolver uma relação de cumplicidade com a área de Hotelaria e Turismo, implementando o seu desenvolvimento de forma planejada, eficaz e eficiente, como convém a todos os profissionais desse tipo de atividades; desenvolvendo o raciocínio lógico, crítico e analítico num mercado que hoje é algo de imenso valor econômico.

Esta é a missão do nosso curso de Hotelaria e Turismo que através de um elevado padrão de qualidade de ensino, pesquisa e extensão, transmitem aos seus alunos os conhecimentos teóricos básicos e as práticas necessárias para atuarem com desembaraço e desenvoltura nas empresas de Hotelaria e Turismo, visando sempre a sua aplicabilidade à realidade brasileira, bem como colaborar no desenvolvimento do país.